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Os trabalhos de requalificação e duplicação do IP3 obrigam a cortes durante a noite entre Santa Comba Dão e Tondela. Em Penacova, haverá também interrupções de circulação nos dias 30 de setembro e 1 de outubro

A Infraestruturas de Portugal (IP) vai implementar esta semana novos condicionamentos no IP3, no âmbito da empreitada de duplicação e requalificação da ligação Coimbra–Viseu, com cortes noturnos entre os concelhos de Santa Comba Dão e Tondela e, mais diretamente para os utilizadores do concelho de Penacova, distrito de Coimbra, interrupções de circulação nos dias 30 de setembro e 1 de outubro, devido a trabalhos de gestão da vegetação. Os cortes noturnos decorrem entre as 21h00 e as 05h00, com desvios devidamente sinalizados.

Cortes noturnos entre Santa Comba Dão e Tondela

Entre a noite desta segunda-feira, 28 de setembro, e a madrugada de sexta-feira, 2 de outubro, a circulação será interrompida em diferentes troços do IP3.

Na noite de 28 para 29 de setembro, e novamente na noite de 1 para 2 de outubro, o corte será entre o Nó de Vila Pouca, em Treixedo, concelho de Santa Comba Dão, e o Nó de Tondela Sul.

Nas noites de 29 para 30 de setembro e de 30 de setembro para 1 de outubro, o condicionamento será entre os nós de Canas de Santa Maria e São Miguel de Outeiro, ambos no concelho de Tondela.

Durante os períodos de interrupção, o trânsito será encaminhado, nos dois sentidos, pela antiga EN2, através dos percursos alternativos sinalizados no local. Os trabalhos integram a empreitada de Duplicação do IP3 – Coimbra/Viseu, no troço Santa Comba Dão/Viseu.

Penacova terá cortes no IP3 a 30 de setembro e 1 de outubro

Para os leitores do Penacova Actual, os condicionamentos mais relevantes serão os previstos para 30 de setembro e 1 de outubro, que atingem diretamente o IP3 no território de Penacova e Mortágua.

Segundo a programação divulgada pela IP, quarta-feira, 30 de setembro, haverá corte da circulação no sentido Viseu–Coimbra, sendo o trânsito desviado pela saída do IP3 ao km 67,800. O percurso alternativo seguirá pelo IC6 até ao km 4,100, pela EM2-3 até Silveirinho e depois pela EM228, retomando posteriormente o IP3.

No dia 1 de outubro, o condicionamento será no sentido Coimbra–Viseu. O desvio será feito pela saída do IP3 ao km 74,300, junto à Barragem da Aguieira, seguindo pela EN228 até Silveirinho, pela EM2-3 até ao IC6 e, posteriormente, de novo para o IP3.

Estes dois condicionamentos resultam de trabalhos de gestão da vegetação, destinados à manutenção da infraestrutura e das condições de segurança rodoviária.

Troço de Penacova já foi objeto de intervenção

Os novos trabalhos surgem num eixo rodoviário particularmente importante para o concelho de Penacova e para a Região de Coimbra, uma vez que o IP3 constitui uma das principais ligações entre Coimbra e Viseu.

No âmbito da intervenção global, a IP já concretizou a requalificação do troço compreendido entre o Nó de Penacova, ao km 59, e a ponte sobre o rio Dão, ao km 75,160, abrangendo território dos concelhos de Penacova e Mortágua. A intervenção incluiu trabalhos de requalificação da infraestrutura e melhoria das condições de circulação.

A empreitada em curso entre Santa Comba Dão e Viseu representa, por sua vez, a continuação da intervenção no eixo Coimbra–Viseu e tem provocado sucessivos condicionamentos temporários, sobretudo durante o período noturno. O Penacova Actual tem acompanhado estas intervenções devido ao impacto que o IP3 tem nas deslocações dos residentes do concelho para Coimbra, Santa Comba Dão, Tondela e Viseu.

Atenção aos percursos alternativos

A IP recomenda aos automobilistas que tenham em conta os períodos dos cortes e respeitem a sinalização temporária existente nos percursos alternativos.

Para quem circula habitualmente entre Penacova e Viseu, os cortes previstos em Tondela e Santa Comba Dão poderão obrigar a alterações de percurso durante as noites indicadas. Já nos dias 30 de setembro e 1 de outubro, os desvios previstos no troço de Penacova e Mortágua devem ser considerados no planeamento das deslocações entre Coimbra e Viseu.

A Infraestruturas de Portugal justifica os condicionamentos com a necessidade de executar os trabalhos em segurança e manter as condições de circulação no IP3.

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