Três concertos aproximam comunidades através da expressão coral com o Coral Divo Canto, o Orfeão Polifónico de Mortágua e o Coral 7 de Setembro.

Um ciclo que une territórios pela música

O ciclo de concertos “Entre Montes e Vozes” arranca no próximo dia 4 de outubro, em Lorvão, Penacova, e prolonga-se até 25 de outubro, passando também por Mortágua e Arganil. Organizada pela Associação Cultural Divo Canto e pelo Coral Divo Canto, com o apoio da CCDR Centro, esta iniciativa pretende valorizar o património imaterial e fortalecer os laços culturais entre três concelhos vizinhos, unidos pela tradição e pela prática da música coral.

Datas e locais das atuações

O primeiro concerto terá lugar no Mosteiro de Lorvão, Penacova, no dia 4 de outubro, às 21h00.

Segue-se a atuação em Sobral, Mortágua, no dia 11 de outubro, às 21h00.

O ciclo encerra em São Martinho da Cortiça, Arganil, no dia 25 de outubro, às 21h30.

Os grupos participantes

  • Coral Divo Canto (Penacova) – Criado no seio da Associação Cultural Divo Canto, é um grupo dinâmico que tem levado o nome de Penacova a palcos nacionais e internacionais. O seu repertório diversificado vai da música sacra à popular, com uma forte ligação à comunidade.

  • Orfeão Polifónico de Mortágua – Com várias décadas de atividade, é uma das instituições culturais de referência do concelho de Mortágua. O grupo tem desempenhado um papel essencial na preservação e divulgação da música coral, promovendo encontros e intercâmbios que reforçam a identidade musical da região.

  • Coral 7 de Setembro (Arganil) – Originário de São Martinho da Cortiça, alia a tradição coral à modernidade interpretativa. A sua forte ligação à comunidade local traduz-se num trabalho consistente de divulgação e valorização cultural.

Entre tradição e partilha

Mais do que uma sucessão de concertos, “Entre Montes e Vozes” assume-se como um projeto de diálogo entre comunidades, um testemunho vivo da música como património cultural imaterial e ponto de encontro intermunicipal. Ao reunir três formações corais de referência, o ciclo reafirma a importância da cooperação entre concelhos e a continuidade de uma tradição que resiste ao tempo, aproximando gerações e territórios pela arte de cantar em conjunto.

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