Menos caloiros chegam à região face a 2024, porém Universidade de Coimbra continua exigente e com alta taxa de empregabilidade; ISEC destaca-se pela forte ligação ao mercado.

.Menos caloiros, mas qualidade preservada
Este ano entraram 4 847 novos estudantes em instituições da região de Coimbra, menos do que os 5 597 do ano passado. Apesar da quebra, a Universidade de Coimbra continua a captar candidatos de elevado nível académico e a consolidar a sua posição como uma das principais universidades do país.
Notas de entrada: exigência mantém-se alta
Na Universidade de Coimbra, o acesso aos cursos mais competitivos continua a exigir médias muito elevadas, situadas entre os 17 e os 20 valores. Áreas como Medicina, Farmácia, Engenharia Biomédica ou Arquitetura mantêm numerus clausus apertados, confirmando o prestígio e a exigência académica da instituição
Alta empregabilidade: UC e ISEC em evidência
A Universidade de Coimbra apresenta uma taxa de empregabilidade de quase 97%, com a esmagadora maioria dos diplomados a entrar no mercado de trabalho.
O Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, por sua vez, evidencia a sua forte ligação ao tecido empresarial, com cerca de 84% dos licenciados a encontrarem emprego na sua área de formação e mais de 90% a reconhecerem a adequação do currículo às exigências profissionais.
O peso regional face ao panorama nacional
Coimbra recebeu menos estudantes, mas mantém-se como um dos polos académicos mais relevantes do país. A elevada exigência de acesso, combinada com taxas de empregabilidade muito acima da média nacional, confirma a qualidade do ensino ministrado na região. A articulação entre universidades e politécnicos permite ainda responder às necessidades do mercado de trabalho, reforçando o papel estratégico de Coimbra como cidade estudantil e centro de inovação científica.
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