De acordo com a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed), está proibida a exportação de 142 medicamentos, menos dois do que em outubro.

Mais de 140 medicamentos, entre os quais fármacos para o tratamento da hipertensão, antibióticos, antidepressivos e analgésicos estão proibidos para exportação, segundo uma circular informativa da autoridade nacional do medicamento hoje divulgada.

“Esta suspensão visa assegurar a normalização do abastecimento dos medicamentos críticos que estiveram em rutura no mês de outubro, bem como dos medicamentos que estão a ser abastecidos ao abrigo de autorização de utilização excecional”, refere o Infarmed no documento publicado no ‘site’.

A lista, publicada mensalmente, integra apresentações de fármacos de várias categorias e substâncias ativas, entre os quais o Retrovir, utilizado na terapêutica da infeção por VIH, Tolvon, para o tratamento da depressão, Ulcermin, para o tratamento de úlcera gástrica ou duodenal, o antibiótico Zoref ou o analgésico Obete.

O Infarmed monitoriza a informação sobre as faltas, as ruturas e as cessações de comercialização, no sentido de identificar e evitar, atempadamente, situações críticas que possam afetar a disponibilidade dos medicamentos.

O Infarmed integra a rede europeia de pontos de contacto das autoridades nacionais competentes, da Agência Europeia de Medicamentos (EMA na sigla em inglês) e da Comissão Europeia que, desde abril de 2019, é utilizada para a partilha de informação sobre ruturas de abastecimento e questões de disponibilidade de medicamentos autorizados na União Europeia.

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