No Conselho Intermunicipal foi apontado, a título de exemplo, o PRR das Acessibilidades 360º, que se encontra à espera de resposta há quase um ano.

“Todos os municípios reportaram atrasos no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que estão a colocar em risco o desenvolvimento da Região de Coimbra e a atrasar a concretização de projetos fundamentais para o futuro da região”, referiu, ontem, em comunicado, a Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra.

Esta manifestação surge após a realização do Conselho Intermunicipal da CIM Região de Coimbra, sessão que decorreu na Figueira da Foz, na passada sexta-feira.

Segundo o comunicado, “a CIM Região de Coimbra já alertou o Governo para esta situação e está a colaborar para encontrar soluções que permitam acelerar o processo de aprovação e execução dos projetos do PRR”.

O presidente da CIM Região de Coimbra e do Município de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, afirmou que “os atrasos no PRR são uma situação muito preocupante. Estamos a perder tempo e dinheiro, e isso está a prejudicar o desenvolvimento da Região de Coimbra”, lamentou.

No Conselho Intermunicipal foi apontado, a título de exemplo, o PRR das Acessibilidades 360º, que se encontra à espera de resposta há quase um ano.

“A CIM Região de Coimbra considera que o PRR só é uma oportunidade única para a região se puder ser executado nos prazos estabelecidos e não sofrer os atrasos que se estão a verificar, colocando em risco esta oportunidade estrutural para a região”, lê-se. A direção da entidade assumiu o compromisso de “atuar junto do Governo” no sentido de “acelerar o processo de aprovação e execução dos projetos do PRR na região”.

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