Inicialmente prevista para começar a ser aplicada a partir de hoje, só em setembro é que será cobrada a taxa de 30 cêntimos sobre embalagens de takeaway de uso único de alumínio ou que utilizem este material.

As embalagens contendo alumínio de uso único para refeições prontas a consumir passarão a estar sujeitas a partir de setembro a uma taxa de 30 cêntimos, igual à que já acontece desde julho para as de plástico.
Em causa estão nomeadamente as embalagens para ‘takeaway’ e as das entregas a domicílio.
A medida destina-se a fomentar a introdução de sistemas de embalagens reutilizáveis na restauração e promover a redução de embalagens de utilização única.
“O fornecimento de refeições em regime de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicílio revela uma clara tendência de crescimento tendo como resultado direto o aumento do consumo de embalagens de utilização única, o que torna ainda mais premente a introdução de medidas que permitam dissociar este crescimento do consumo de recursos e da produção de resíduos”, diz a portaria que regulamenta a mudança que entra em vigor no domingo e que determina que a aplicação às embalagens com alumínio só acontecerá em setembro.
O documento lembra que os estabelecimentos que forneçam refeições prontas a consumir em regime de pronto a comer e levar já são obrigados a aceitar que os seus clientes utilizem os seus próprios recipientes, pelo que há uma alternativa ao pagamento da contribuição.
As receitas da taxa serão dirigidas em metade para o Estado e 40% para o Fundo Ambiental, para aplicação preferencial em medidas no âmbito da economia circular, pode ler-se também na portaria.
O Governo já tinha proibido a partir de novembro do ano passado a colocação no mercado de outros produto de plástico de uso único, como a palhinhas ou cotonetes, talheres e pratos, varas para balões ou copos, transpondo parcialmente uma diretiva europeia.






“A portaria de 31 de dezembro de 2021 que instituía essa taxa alargava a taxa para embalagens de alumínio ou multilateral de alumínio a partir de 01 de janeiro, mas o Governo adiou a cobrança dessa taxa para setembro do próximo ano.”
Ou seja Setembro 2023
Caro Vasco Gama, já está corrigida.
Obrigado.
Boa noite e bom ano.