O texto aprovado, baseado em uma proposta da Comissão de julho de 2021, prevê a redução a zero das emissões de dióxido de carbono das viaturas novas na Europa a partir de 2035

A Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA) exortou quinta-feira os políticos europeus a acelerar a implantação das condições para tornar possível a mobilidade com emissões zero, já que “não há tempo a perder”.

“Esta decisão de longo alcance não tem precedentes”, disse o presidente da ACEA, Oliver Zipse, também presidente executivo da alemã BMW, em comunicado.

E prosseguiu: “não há tempo a perder, após o acordo para proibir a venda de novos carros e carinhas com motor de combustão até 2035”.

Além disso, referiu que o acordo alcançado hoje entre as três principais instituições da União Europeia (Conselho, Parlamento e Comissão) significará que a União Europeia UE “será agora a primeira e única região do mundo a ser totalmente elétrica” daqui a 13 anos.

“A indústria automóvel europeia está à altura do desafio de oferecer carros e carrinhas que produzam emissões zero [de CO2]”, salientou ainda o gestor.

Nesse sentido, realçou a necessidade de que “as condições estruturais necessárias e essenciais para atingir esse objetivo sejam refletidas nas políticas da UE”.

Entre elas, o presidente executivo da BMW citou como fundamentais “a abundância de energia renovável, uma rede contínua de infraestruturas de recarga públicas e privadas e o acesso a matérias-primas”.

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