A Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou desde 01 de janeiro 1.264 ações de sensibilizações relacionadas com o ‘bullying’ para mais de 39.340 participantes entre crianças, jovens e adultos.

Em comunicado para assinalar o Dia Mundial do Combate ao ‘Bullying’, que se assinala hoje, a GNR adianta que as ações de sensibilização foram realizadas em 720 estabelecimentos de ensino público e privado.
Na nota, a GNR deixa um alerta à população em geral e, em particular, às crianças e jovens, para a relevância do tema e para uma estratégia de consciencialização, visando uma “mudança de comportamentos da sociedade e para a progressiva intolerância social face à violência nas escolas”.
A GNR lembra que a “violência ocorre fora da visão dos adultos e grande parte das vítimas esconde ou evita a denuncia da agressão sofrida, pelo que esta sensibilização é extensível aos pais, professores e funcionários pelos sinais de alerta que devem procurar denunciar e saber reconhecer, no contexto escolar e em ambiente familiar”.
Recorda igualmente que o ‘bullying’ é um conjunto de atos que servem para descrever situações de violência física ou psicológica, intencionais e reiteradas, praticados por uma ou mais pessoas no contexto de uma relação desigual de poder, causando dor e angústia na(s) vítima(s)”.
Para receber este tipo de situações, a GNR informa que todos os postos territoriais dispõem de uma sala de apoio à vítima e contam ainda com militares com formação especializada (Apoio a Vítimas Específicas e militares da estrutura de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário), que desempenham um papel essencial no acompanhamento personalizado às vítimas de bullying, encarregando-se de encaminhar as vítimas para outras instituições com competência neste âmbito.
“Atualmente, e associado ao recurso às novas tecnologias, nomeadamente às redes sociais, o ‘bullying’ tem assumido novos contornos, dando origem à vertente virtual do ‘ciberbullying’”, indica a GNR.
A GNR pretende assim alertar e sensibilizar a população em geral e, em particular, as crianças e jovens, os quais serão as mulheres e homens de amanhã, para a relevância da temática com o objetivo de apelar a uma estratégia de consciencialização, que visa contribuir para a mudança de comportamentos da sociedade e para a progressiva intolerância social face à violência nas escolas.










