Trata-se de um livro de poesia e crónicas, que – nas palavras da prefaciadora – “surgiram dum momento criativo, emanado pela pulsão da vida, face a um tempo de desassossego, ensombrado por uma pandemia letal”

Luís Pais Amante esteve no passado dia 3, no Auditório Sul da Feira do Livro de Lisboa, para falar do seu livro de poesia e crónicas “Poesia e pensamento em tempo de…inquietude”, lançado pela editora Calçada das Letras. A apresentação da obra esteve a cargo de Maria Fernanda Alexandre, membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise. É também esta Psicóloga Clínica que assina o prefácio.
Trata-se de um livro de poesia e crónicas, que – nas palavras da prefaciadora – “surgiram dum momento criativo, emanado pela pulsão da vida, face a um tempo de desassossego, ensombrado por uma pandemia letal”. Conta Luís Amante na “Nota do Autor” que este livro “nasceu no período em que fomos sendo atingidos por esse vírus monstro, louco (Covid19)”, salientando que se trata de um livro “sem retoques”, um livro “sem filtros”, na medida em que expressa “as reações” do autor “no exacto momento de vivência dos acontecimentos, qual repórter em tempo de guerra”. Perante esse “sufoco” – refere o próprio – “vingou-se” na escrita e “descarregou” na folha de papel, no tablet, a sua grande “irritação” e a sua enorme “angústia”.
A primeira parte do livro é constituída por um conjunto de poemas agrupados em cinco subcapítulos: “apreender e transmitir o tempo inquieto”, “agarrar no afecto do tempo mais profundo”, “observar, elogiar e criticar o tempo da sociedade”, “recordar” e, por último, “procurar o enigma da construção do soneto”. A segunda parte apresenta uma série de crónicas, igualmente concebidas em “tempos de incerteza pandémica”. Textos que “mostram e sublinham como o cronista, através de uma narrativa descritiva, vai nomeando e comentando factos, situações sociais e emoções – escreve Fernanda Alexandre- apresentando, assim, as diferentes reações face à realidade social, política e cultural.”
Na sua intervenção, o autor recordou que este é já o seu sétimo livro publicado, confessando que para si “a poesia corre a uma velocidade estonteante” e não caberia em outros tantos ou mais livros. Aliás, dentro de quatro meses, sairá um novo título, também escrito em tempo de pandemia, revelou. Salientou que grande parte, se não a totalidade, destes textos (poemas e crónicas) haviam sido publicados em primeira mão e quase na hora (qual repórter de guerra) no “Penacova Actual” e partilhados com amigos através do “WhatsApp”. Fez também questão de destacar e elogiar o autor da capa, o designer Rui Osório, que chamou à mesa. Ao longo da apresentação foram lidos alguns poemas. A sessão terminou agradecendo a colaboração de todos os envolvidos nesta publicação e a presença de uma plateia acolhedora, sublinhando sempre o valor da amizade.
David Gonçalves de Almeida













Muitos parabéns ao Senhor Luís Pais Amante pela sua nova conquista, e por ser uma pessoa excelente.
Cumprimentos
Amigo Dr. Luis meus parabéns pela conquista maravilhosa.
Um abraço
Caro amigo, não tenho a mínima dúvida de que esta publicação será mais um grande sucesso para o poeta e escritor. O tempo me virá confirmar. Grande abraço
Feio
Caros Amigos e Penacovenses,
É sempre muito sensibilizado que tomo conhecimento das manifestações de carinho que me vão dando, passo a passo.
Desta vez -a propósito do Lançamento do Inquietude na Feira do Livro de Lisboa, com muito êxito (retira-se)- sobrelevou para mim próprio e para os meus familiares, a prontidão dos Vossos rostos em cada comentário bonito, carinhoso, afável e por vezes intenso.
Parte do meu trabalho poético e de escritor que o PenacovaActual publica (com a amizade imensa do Pedro Viseu) é-vos destinada, indiscutivelmente.
E, na verdade, continuo a ser o homem mais feliz do mundo quando sei que a minha terra, o meu pelotão de amigas e amigos, a minha equipe ligada à publicação da escrita goza comigo a minha felicidade.
Bem Hajam.
Luís Pais Amante