O Triplo D, projeto da Cáritas Diocesana de Coimbra, encontra-se na reta final, depois de 3 anos de execução (2019-2022). No dia 2 de junho de 2022 realizou a conferência final, com a participação de parceiros e stakeholders, onde foi apresentado o trabalho desenvolvido e disseminados os resultados alcançados.

Em junho de 2022, o Triplo D lança o Toolkit Triplo D, um manual de boas práticas e estratégias de sucesso alcançadas ao longo da intervenção do Triplo D. O manual apresenta uma compilação teórico-prática das boas práticas de intervenção do projeto e inclui recursos pedagógicos, exemplos de atividades e partilha de experiências. A elaboração deste manual contou com o apoio de vários participantes do projeto, parceiros, voluntários/as e profissionais. O Toolkit Triplo D estará disponível na versão online e em suporte de papel para todos/as os/as interessados/as e as boas práticas podem ser replicadas, desde que este não seja utilizado para fins comerciais (pode aceder ao Toolkit Triplo D aqui).

Para além do manual, o projeto lança ainda um documento de suporte para políticas públicas e um conjunto de documentos sobre os temas dos direitos humanos, igualdade de género, participação democrática e cidadania. Estes produtos do projeto são o resultado da soma dos esforços dos diferentes grupos associados ao Triplo D, nomeadamente através da iniciativa “Cidadãos Intergeracionais”. Esta iniciativa juntou jovens, adultos e adultos mais velhos em quatro grupos de discussão comunitária, para trabalhar temas correntes relevantes e dar voz a todos/as os/as cidadãos/ãs, sobre as suas necessidades e propor soluções conjuntas. A realização das várias iniciativas cívicas do Triplo D pretenderam ser um mecanismo privilegiado de exercício de participação dos/as cidadãos/ãs na vida pública. Pode aceder aos documentos no website do Triplo D.

Este é um projeto financiado pelo Programa Cidadãos Ativ@s (2018-2024), no âmbito do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu – EEA Grants, gerido em Portugal pela Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação Bissaya Barreto.

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