Os pais já podem entrar nas creches para entregar os filhos, os brinquedos já podem ser partilhados e os sapatos das crianças não precisam de ficar à porta da sala, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com a orientação da DGS sobre creches, creches familiares e amas, hoje atualizada, no acesso às instalações por parte do encarregado de educação, ou pessoa por ele designado, para entregar ou ir buscar a criança, “deverá respeitar-se o distanciamento físico, evitar-se aglomerados e está recomendada a utilização de máscara facial”.

A informação atualizada deixa cair ainda a obrigatoriedade de os sapatos das crianças ficarem à porta da sala de atividades onde as crianças se sentam ou deitam no chão, assim como a proibição de partilha de brinquedos.

Mantêm-se a necessidade de garantir um número de crianças por sala de forma que, na maior parte das atividades, “seja maximizado o distanciamento”, sem comprometer o normal funcionamento das atividades lúdico-pedagógicas.

É igualmente mantida a indicação para maximizar o distanciamento físico entre as crianças quando estão em mesas, berços e/ou espreguiçadeiras e para que crianças e funcionários sejam organizados em salas fixas (a cada funcionário deve corresponder apenas um grupo).

Durante o período de refeições, as medidas de distanciamento e higiene devem ser mantidas, designadamente a lavagem prévia de mãos, o desfasamento das deslocações para evitar cruzamento de crianças e a marcação de lugares, assegurando o máximo distanciamento físico entre pessoas.

“Entre trocas de turno de refeição (se aplicável) deve ser realizada a adequada desinfeção das superfícies utilizadas (mesas, cadeiras de papa, entre outras)”, acrescenta.

A DGS diz ainda que todos os funcionários devem usar máscara certificada e que todo o espaço da creche deve ser limpo e desinfetado com a utilização de produtos adequados, “incluindo brinquedos, puxadores, corrimãos, botões e acessórios em instalações sanitárias, teclados de computador e mesas.

“A higienização deve ser especialmente rigorosa nas superfícies que estão à altura das crianças. A limpeza com água e detergente será, na maioria dos casos, suficiente, mas em casos específicos pode ser decidido fazer igualmente a desinfeção”, sublinha.

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